Breno Altman vs. Rabino Ventura — A Verdade que o Anti-sionismo Não Aguenta: A Demolição Completa das Mentiras do Debate
Por Likud Brasil
Introdução: Quando o “debate” é só a fantasia tentando sobreviver ao encontro com a realidade
Existe um tipo curioso de personagem na política brasileira: o sujeito que lê três panfletos soviéticos mofados, junta uns números de Wikipedia em espanhol e sai por aí achando que virou especialista em Oriente Médio.
No debate que circulou nas redes — Breno Altman vs. Rabino Ventura — vimos esse fenômeno em estado puro.
De um lado, um rabino brasileiro, educado, articulado e defendendo o direito milenar do povo judeu de existir. Do outro, Breno — jornalista ideológico tentando reinventar 3.000 anos de história para caber em uma narrativa pronta.
O resultado? Um show de ficção política digna de Netflix, mas que agora temos o dever de desmontar ponto por ponto — com fatos, humor ácido e precisão cirúrgica.
Prepare-se.
Este artigo é aquilo que o público do @likudbrasil pediu: a desconstrução definitiva das mentiras de Breno Altman sobre Israel, sionismo, Palestina e o Oriente Médio.
A maior mentira: “Sionismo é racismo e colonialismo”
Essa é a narrativa favorita da extrema esquerda mundial.
Simples, redonda, sedutora — e falsa do começo ao fim.
A verdade que Breno finge não saber:
O sionismo não é colonialismo. É autodeterminação nacional de um povo originário da terra onde viveu por três milênios.
Colonialismo é quando uma potência estrangeira invade terras alheias para explorá-las.
Foi o que Roma fez.
Foi o que o Império Otomano fez.
Foi o que a Inglaterra fez.
Judeus voltarem para a sua própria terra ancestral… é o oposto disso.
A Partilha da Palestina do Mandato Britânico, do Império Britânico foi um processo descolonialista, anticolonialista, antiimperialista.
Mas se Breno admitisse isso, o discurso dele desmontaria — então ele precisa fingir que judeus são “intrusos europeus”.
Só tem um probleminha…
O apagamento criminoso dos judeus do Oriente Médio (que Breno finge que não existem)
Essa parte é deliciosa.
Breno monta sua narrativa como se:
- todos os judeus fossem brancos, loiros, europeus;
- tivessem “invadido” a Palestina em 1880;
- é como se não existissem judeus sempre na cidade de Jerusalém
- é como se judeus estivessem em Safed desde a expulsão da Espanha em 1492
- e como se não existissem 800 mil judeus expulsos de 10 países árabes entre 1948–1970.
Esses judeus — mizrahim — são:
- judeus do Iêmen,
- do Iraque,
- do Egito,
- da Líbia,
- da Síria,
- do Líbano,
- do Marrocos,
- da Tunísia,
- da Argélia,
- da Pérsia.
Eles estavam lá séculos antes do Islã existir.
Mas segundo Breno, eles… evaporaram da história.
É o tipo de “análise” que só funciona se o público não souber nada.
No Likud Brasil, porém, a gente sabe.
E expõe.
O uso da palavra “genocídio”: a acusação mais baixa do arsenal antissionista
Breno repete “genocídio” como se fosse mantra.
Mas qual é a definição jurídica de genocídio?
Extermínio intencional e sistemático de um grupo étnico.
Agora olhe para Gaza:
- População cresceu de 1,4 milhão (2005) para 2,3 milhões (2023).
- Crescimento mais rápido do que de 80% dos países do planeta.
- A população árabe de Israel passou de 156.000 (1948) para 2 milhões (2026)
- A única “limpeza étnica ou genocídio” onde a população vítima aumentou 9 vezes desde 1948
- Nenhuma liderança israelense jamais defendeu extermínio de palestinos.
- O IDF pede evacuação, abre corredores, alerta civis antes dos ataques.
Isso é genocídio?
Ou seria “genocídio”…
…um grupo terrorista que usa seus próprios civis como escudos humanos, estoca armas em escolas, e constrói túneis embaixo de hospitais?
Estamos falando do Hamas — o mesmo grupo que Breno trata como “resistência”.
Aliás…
O Hamas — o grupo que Altman tenta maquiar como “progressista”
O Hamas não é resistência.
Não é movimento nacionalista.
Não é libertador.
É um grupo jihadista que diz no seu estatuto:
“O dia do Juízo só chegará quando os muçulmanos matarem todos os judeus.”
Não é metáfora.
Não é poesia.
É literal.
É o artigo 7 da carta de fundação.
O Hamas:
- estuprou mulheres em 7 de outubro,
- queimou bebês,
- sequestrou avós,
- executou famílias inteiras,
- exibiu corpos em caminhonetes.
O Hamas não luta pela Palestina.
Ele luta contra Israel — pelo prazer teológico da destruição.
Essa é a realidade que Breno tenta esconder.
O famoso “acordo com Hitler” — a mentira reciclada pela propaganda soviética
Ah, essa parte é clássica.
Breno cita o “acordo Havarah” como se fosse “parceria com o nazismo”.
Ele só esquece (que conveniente!) de dizer que:
✔ O acordo salvou 60 mil judeus da morte.
✔ Foi uma negociação forçada, para permitir fuga.
✔ Muitos líderes sionistas se opuseram ao acordo.
✔ A alternativa era… morrer em campos de extermínio.
Divulgar o Acordo Entre os Judeus e os Nazistas (Havarah), como parceria entre nazistas e judeus, foi uma estratégia de propaganda soviética para tirar o foco do acordo verdadeiro de parceria que existiu, o Pacto Molotov-Ribbentrop, entre Hitler e Stalin, entre a Alemanha Nazista e a União Soviética comunista, vigorando de agosto de 1939 a junho de 1941.
Mas o que é a vida de 60 mil judeus quando você pode usá-los como arma retórica, não é mesmo?
O que Breno chama de “colaboração” é, na verdade:
Desespero para salvar pessoas enquanto o mundo virava as costas.
A mentira mais repetida no debate: “Israel começou tudo em 1948”
Essa é monumental.
Para Breno, a história do Oriente Médio começou: quando é conveniente para a narrativa.
Acontece que:
- Judeus são nativos da terra de Israel.
- Jerusalém era uma cidade judaica quando Roma nem existia.
- Árabe só se torna idioma dominante na região depois do século VII.
- Palestinos, como identidade nacional, surgem no século XX (1964).
Ou seja:
Israel não ocupa nada. Israel voltou para casa.
Mas Breno jamais dirá isso — porque destrói o discurso “colonial”.
A retórica ensaiada de Altman: repetir, repetir, repetir, e rezar para ninguém checar fatos
O padrão é o seguinte:
- Chamar Israel de “genocida”
- Chamar sionismo de “supremacista”
- Chamar judeus de “colonizadores europeus”
- Chamar antissionismo de “crítica legítima”
- Esconder o Hamas
- Apagar os judeus orientais
- Ignorar 3.000 anos de história
- Citar números soltos da ONU seletivamente
- Conectar tudo ao nazismo para chocar o público
- E torcer para ninguém entender nada
Esse é o “debate” de Breno Altman
O ponto final: “A solução é acabar com o regime sionista”
Sim, Altman diz isso abertamente.
Tradução:
- dissolver Israel,
- retirar o lar nacional judeu,
- criar um Estado único onde judeus virariam minoria indefesa,
- entregar o poder a grupos que prometem destruir os judeus.
Ou seja: a velha proposta de eliminação nacional disfarçada de “solução democrática”.
Não existe eufemismo que disfarce isso.
O que Altman chama de “fim do sionismo”…
…o povo judeu chama pelo nome correto:
Perseguição.
Expulsão.
E historicamente, genocídio.
Conclusão: Onde Breno mente, nós mostramos a verdade
O Likud Brasil existe para isso:
- combater o antissemitismo
- fomentar Aliá
- conectar judeus e não judeus à verdade histórica
- desarmar cada arma retórica usada contra Israel
O debate mostrou uma coisa simples: o antissionismo não é crítica legítima — é só o antissemitismo em roupa nova.
E nós vamos continuar denunciando, explicando e iluminando, porque onde há mentira e ódio contra o povo judeu…
o Likud Brasil estará lá para responder.










